Vai dizer que nunca bateu aquela dúvida do porquê de falarem alguns ditados populares? Leia abaixo as origens de 24 de ditados muito falados por aí...
TIRAR ÁGUA DO JOELHO
Isso ocorreu na era bíblica, quando um pastor de ovelhas, ao avisar à sua mulher que iria dar uma mijada, na tentativa de poupar os ouvidos castos de sua amada, disse: “Maria, vou tirar água do meio das pernas” e a sua mulher, loira que era, perguntou: ”José, você vai mijar pelo joelho?”
MOTORISTA BARBEIRO:
Isso ocorreu na era bíblica, quando um pastor de ovelhas, ao avisar à sua mulher que iria dar uma mijada, na tentativa de poupar os ouvidos castos de sua amada, disse: “Maria, vou tirar água do meio das pernas” e a sua mulher, loira que era, perguntou: ”José, você vai mijar pelo joelho?”
MOTORISTA BARBEIRO:
- Nossa, que cara mais barbeiro!
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão “coisa de barbeiro”. Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão “coisa de barbeiro”. Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
À BEÇA:
- O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A
origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista
alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o
Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.
DAR COM OS BURROS N’ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que
escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à
Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros,
devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito
difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em
diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um
grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso
naquilo.
GUARDAR A SETE CHAVES:
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de
arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um
baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a
um alto funcionário do reino.
Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” pra designar algo muito bem guardado.
Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” pra designar algo muito bem guardado.
OK:
A expressão inglesa “OK” (okay), que é mundialmente conhecida pra
significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da
Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam pras
bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa “0 Killed”
(nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo
“OK”.
ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:
Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas
enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o
dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os
soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do
dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de
Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar
distante, desconhecido e inacessível.
PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:
A história mais aceitável pra explicar a origem do termo é
proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados
pra Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão
tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o
animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra.
Após alguns meses o garoto morreu.
PRA INGLÊS VER:
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o
Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto,
todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis
eram criadas apenas “pra inglês ver”. Daí surgiu o termo.
RASGAR SEDA:
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra
pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos
Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua
profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua
beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: “Não rasgue a
seda, que se esfiapa”.
O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:
Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent
de Paul D`Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de
nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que
assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse
que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que
arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no
Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não
quis ver.
ANDA À TOA:
Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que
está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o
reboca determinar.
QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:
Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou.
Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se
esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.
DA PÁ VIRADA:
A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá
está virada pra baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada
decorrentemente pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita.
NHENHENHÉM:
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao
Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que
os portugueses ficavam a dizer “nhen-nhen-nhen”.
VAI TOMAR BANHO:
Em “Casa Grande & Senzala”, Gilberto Freyre analisa os hábitos de
higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das
Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou
de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao
banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não
conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além
de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes
nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses,
abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente
lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então
os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses,
mandavam que fossem “tomar banho”.
A DAR COM O PAU:
O substantivo “pau” figura em várias expressões brasileiras. Esta
expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados
preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer.
Então, criou-se o “pau de comer” que era atravessado na boca dos
escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu pro estômago dos
infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.
ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no
século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um
de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O
capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como
resposta, ouviu do português a seguinte frase: “Vocês que são pardos,
que se entendam”. O oficial ficou indignado e recorreu à instância
superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei
do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o
oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se
explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.
ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA:
Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor
latino Ovídio (43 a.C.-18 d.C), autor de célebres livros como A arte de
amar e Metamorfoses, que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu
o poeta: “A água mole cava a pedra dura”. É tradição das culturas dos
países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de
frase pra que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o
provérbio portugueses e brasileiros.
JURO DE PÉS JUNTOS:
- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
CASA DE MÃE JOANA
Significado: Onde vale tudo, todo mundo pode entrar, mandar, etc.
Histórico: Esta vem da Itália. Joana, rainha de Nápoles e condessa de
Provença (1326-1382), liberou os bordéis em Avignon, onde estava
refugiada, e mandou escrever nos estatutos: “que tenha uma porta por
onde todos entrarão”. O lugar ficou conhecido como Paço de Mãe Joana, em
Portugal. Ao vir para o
Brasil a expressão vivou “Casa da Mãe Joana”. A outra expressão envolvendo Mãe Joana, um tanto chula, tem a mesma origem, naturalmente.
Brasil a expressão vivou “Casa da Mãe Joana”. A outra expressão envolvendo Mãe Joana, um tanto chula, tem a mesma origem, naturalmente.
SEM EIRA NEM BEIRA
O cidadão não tem eira nem beira. Isso quer dizer que o indivíduo está sem dinheiro, desapercebido.
Pois eira, na verdade, tratava-se de um detalhe no acabamento dos telhados de antigamente.
Pois eira, na verdade, tratava-se de um detalhe no acabamento dos telhados de antigamente.
Possuir a eira e a beira era sinal de
riqueza e de cultura. Os tempos passaram, no entanto sempre os homens
buscam revelar sinais externos de poder e riqueza. É claro que hoje os
acabamentos nos telhados não significam muito. Talvez o maior sinal
exterior de riqueza seja o automóvel. Se for um importado, está com tudo
em cima. Se for uma brasília, bom, aí o cara está sem eira nem beira.
CHEGAR DE MÃOS ABANANDO
Os imigrantes, no século passado,
deveriam trazer as ferramentas para o trabalho na terra. Aqueles que
chegassem sem elas, ou seja, de mãos abanando, davam um indicativo de
que não vinham dispostos ao trabalho árduo da terra virgem. Portanto,
chagar de mãos abanando é não carregar nada. Ele chegou de mãos abanando
ao aniversário. Significa que não trouxe presente ao pobre
aniversariante, que terá de se satisfazer apenas com a presença do
amigo.
VÁ SE QUEIXAR AO BISPO
No tempo do Brasil colônia, por causa
da necessidade de povoar as novas terras, a fertilidade na mulher era
um predicado fundamental. Em função disso, elas eram autorizadas pela
igreja a transar antes do casamento, única maneira de o noivo verificar
se elas eram realmente férteis. Ocorre que muitos noivinhos fugiam
depois do negócio feito. As mulheres iam queixar-se ao bispo, que
mandava homens atrás do fujão.



































42 Comentários - Comente!:
Eu sempre falo "Ah não me encha, vá se queixar com o bispo" daí o pessoal fica me olhando tipo "o que?".. Muito sem cultura o povo de hoje.
Olá!! =]
humm q legal
ja tinha ouvi falar do OK e PRA INGLES VER
HEHE
mto legal =]
bjs
Leticia
http:/novalexandrianet.blogspot.com
http:/novalexandrianimes.blogspot.com
Excelente post, primeira vez que visito o blog, pretendo voltar. Parabéns
otimo post! :)
hahahaha muito bom o post:)
Post muito bacana!
Onde judas perdeu as botas "FAIL"!
Naquele tempo não tinha bota ainda, eles usavam sandalhas. ;)
Aprendi muito !
incrível as explicações .
Penha...
"se vc nao fizer isso vou desccer a penha em vc"
"tomei uma penha hoje"
Antigamente(quando e onde eu nao sei)akeles q cometiam crimes horríveis, de maior potencial ofensivo, eram encaminhados a um presidio restrito, longe de tudo e era conhecido como o inferno entre os criminosos...Esse presídio tina o nome de PENHA....
Dai o nome e o pq da origem..
aff
Mas não tem nada sobre "penha" na postagem '-'
ahhhhhhhhh muito legal
é, mas isso foi retirado de uma matéria da revista MUNDO ESTRANHO pelos donos dos blogs que tu citou nas fontes.
Post muito bom a titulo de curiosidade, mas tem um pequeno erro. Gumercindo Bessa não é alagonano e sim sergipano, nascido no municipio de Estância em 1859.
e a agua do joelho que esta na foto do post nao tem a explicacao?
HSAUISHAUISHAUIAS
báá, muito foda xD~
adorei a da casa da mãe joana LOL~
Nossa, curti demais o post.
Quem caça com o gato, caça sozinho... é isso que o ditado quer dizer e não traiçoeiramente, etc
Pois é Wesley, eu procurei bastante isso mas só encontrei o significado, não a origem. Se eu achar faço uma nova postagem com mais ditados. ;D
Agua do Joelho não tem explicação, então pq a foto?
Eu gostei da foto, foi a melhor que eu vi sobre isso.
OK = All Correct
O = All
K = Correct
nossa cara muito massa!
Parabéns.
3naometoque.blogspot.com
Faltou o "TIRAR ÁGUA DO JOELHO"
EU SEI UMA!
"Quem chegar por último é mulher do padre".
Expressão usada em seminários (escolas de padres) por crianças quando brincavam de pega-pega com seus professores!!! quem perdia...
Confira a origem de "onde Judas perdeu as botas", creio que há um engano. Na verdade Judas, arrependido, devolveu os 30 dinheiros (como consta no evangelho) aos fariseus, que destinaram a "verba" à compra de um campo onde seriam sepultados escravos e cadáveres de proscritos, algo assim.
Abraço!
Como policial, eu fiquei sabendo de uma "estória" de um colega que estava multando um veículo mal estacionado, e ao terminar a multa, chegou o dono do veículo e indagou ao colega Brigadiano,o porquê da multa, no mesmo momento, o colega disse ao senhor proprietário que "se não gostou, vá se queixar pro bispo". resposta do senhor:
'Mas eu sou o bispo da cidade'
Judas tinha botas naquela epoca?? é deveria ser um coturno mesmo do judas priest
gostei "aqui as palavras não foram jogadas ao vento"
Legal. Vou mencionar uma mais:
Quando uma pessoa é muito parecida com a outra, geralmente diz "Ele é o fulano cuspido e escarrado!"
Fato é que "cuspido e escarrado" é uma parodia do verdadeiro ditado que diz "Esculpido em carrara". Carrara é o famoso mármore italiano onde os principais mestres escultores do renascentismo esculpiam com perfeicao varios personalidades da historia.
Como estas estatuas eram uma copia muito perfeita de uma pessoa, o termo "escuñpido em carrara" passou a designar pessoas que sao muito parecidas entre si.
Muito bom!
Tirar água do joelho:
significa urinar, tirar água do que fica no meio das pernas
hehe acho que é isso! xD
legal , gostei mto ..PARABENS
Vai a minha então.... Entrar na faixa....
Significa entrar sem pagar ..... Muitas vezes as torcidas de futebol colocam pessoas dentro daquelas gigantescas bandeiras'faixa' e o pessoal entra de graça. aconteceu muito na copa de 2006
entao pessoal , vai mais uma, o ditado, fazer nas coxas , dizendo que as coisas foram feitas de maneira errada vem dos escravos que antigamente faziam telhas em suas coxas ,ou seja usavam suas coxas como moldes, como as coxas de cada escravo era diferente, os telhados ficavam de maneira bastante disformes quando colocadas as telhas, logo as pessoas falavam,isso foi feito nas coxas
Bão também!!!!!
TIRAR AGUA DO JOELHO TEM SIM: TIRAR ÁGUA DO JOELHO
Isso ocorreu na era bíblica, quando um pastor de ovelhas, ao avisar à sua mulher que iria dar uma mijada, na tentativa de poupar os ouvidos castos de sua amada, disse: “Maria, vou tirar água do meio das pernas” e a sua mulher, loira que era, perguntou: ”José, você vai mijar pelo joelho?”
EH O PRIMEIRO!!!
QUEM TEM BOCA VAI A ROMA, NA EPOCA DA INQUISIÇAO ROMANA, OS REBELDES EM PROTESTO COM O REGIME DE NERO, RESOLVERAM MARCAR UM DIA DA SEMANA PROS ROMANOS DAR UMA GRANDE VAIA A ROMA DE NERO, E O LEMA DISSO ERA, QUEM TEM BOCA VAIA ROMA.....
BATATINHA QUANDO NASCE ESPARRAMA PELO CHAO.JA OUVIU FALAR NUMA BRINCADEIRA CHAMADA TELEFONE SEM FIO?POIS EH.O CORRETO EH; BATATINHA QUANDO NASCE ESPALHA A RAMA PELO CHAO
ameiiiiiiiiiii...ri muito...melhor..."quem tem boca VAIA Roma" esse eu não sabia a origem...rs
Muito bom mesmo o post
adorei, tem um monte de expressões que não fazia a minima ideia de onde sairam e não via muita lógica, agora sim! super legal :D
Se forem mais fundo na história bíblica vão perceber que Judas não se enforcou e sim se jogou de um precipício.Está lá na bíblia!!!!
Eira é uma área normalmente nos fundos das fazendas, onde eram colocados os grãos de café para secarem e não um detalhe de acabamento.
Beira sim eram os detalhes de acabamento dos telhados. Logo quem tinha eiras e beiras eram os fazenderos ricos
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